Vocês devem estar se perguntando porque a fic agora é num blog. Bom, eu fiz isso para deixá-la mais organizada. Em vez de você ter que descer toda a página para procurar o capítulo em que parou, é só clicar no capítulo ali no menu. E também vai ficar melhor para mim na hora de scriptar. E é isso, eu espero que vocês gostem daqui e que tenham gostado da ideia. Boa leitura!

quarta-feira, 28 de março de 2012

Capítulo 15 - I
Capítulo 15 - I, I wanna save ya, save ya, save ya tonight...
’s POV
   Ethan não quis falar porque estava ali se eu não aceitasse conversar com ele lá fora, não podia falar que não, eu queria saber o que ele estava fazendo naquela festa ou pior, em New York. Segui logo atrás dele e saímos para a varanda de trás, aonde ficava a piscina.
- Vai me falar o que está fazendo aqui agora? – arqueei as sobrancelhas e o encarei.
- Eu é que te pergunto. Essa casa é minha. E eu estou dando uma festa, como vocês entraram?
   Franzi o cenho e o encarei com mais precisão. Como assim aquela casa era dele? Mas é claro, eu pensei. “Ele já estudou na escola de vocês, e se não engano vai voltar a estudar lá.” Me lembrei das palavras de Nathan, como não passou na minha cabeça que podia ser Ethan o dono daquele lugar?! E ainda era amigo de Nathan, os dois eram bem próximos quando estudavam lá. Quando captei as informações, passei a mão na cabeça tentando me acalmar e me virei para ir embora. Mas uma mão me impediu.
- Já vai embora? – Ethan perguntou. – Explica para mim o que você está fazendo aqui na minha casa pelo menos. – Respirei fundo e me virei.
- Olha, o Nathan, amigo da , que nos trouxe aqui. Eu não tinha a mínima ideia de que você estaria aqui e muito menos em New York e se eu soubesse, certamente eu não teria vindo. Bom, com licença que eu preciso ir. – sorri falsamente para ele e me afastei, dessa vez felizmente não fui impedida.
   Eu não sabia o que fazer. E se Ethan visse Liam? Ele iria querer bater nele, provavelmente. E eu prometi que não deixaria isso acontecer. Não sabia se ia embora ou se continuava lá e ficava de olho em Liam e Ethan. Mas então uma ideia me surgiu e eu sai correndo a procura de Liam. Entrei na casa e o avistei de longe conversando com Zayn. Corri até lá e o puxei pelo pulso.
- Liam, posso te pedir um favor?
- Claro, o que houve?
- Eu não estou me sentindo bem, queria ir para o hotel. Tem problema se você vir comigo? – mordi os lábios após perguntar e o olhei.
- Lógico que não, eu te levo agora, a gente pode pegar um taxi. – ele sorriu docemente. Como ele podia ser tão maravilhoso?
- Ah, muito obrigado! Sim, vamos logo então. – sorri leve e me virei para a saída da casa.
   Chegando na porta, me virei e não vi Liam. Olhei mais adiante e ele estava falando com Zayn, provavelmente o avisando que nós estávamos indo embora. Virei meu olhar a Zayn e ele abriu um sorriso malicioso para Liam. Ah, era só o que me faltava.Eu não quero que eles pensem que nós estamos juntos porque na verdade nós não estamos. E no fundo, bem no fundo, eu ainda sentia alguma coisa por Ethan, se é que isso é possível. E eu não sabia como, mas ainda sentia. Mas eu também sentia alguma coisa por Liam, e isso me deixava mais confusa do que nunca. Era horrível me sentir assim.
- Já avisei a eles, vamos? – Liam apareceu do meu lado. Assenti a cabeça e nos viramos para ir embora.
   Andamos para fora do condomínio e pegamos o primeiro taxi que apareceu na rua. Permanecemos quase todo o caminho em silêncio até que senti uma pontada de remorso por estar levando Liam de volta ao hotel. Ele sorriu e foi super gentil comigo mas no fundo eu estava arruinando sua noite. Eu tirei ele de uma festa horas antes de acabar. Mas era por um bom motivo, eu tentei dizer a mim mesma. Não queria que Ethan arranjasse uma briga com ele no meio de sua casa. E a desculpa do “não estou me sentindo bem” não foi exatamente uma desculpa, eu realmente não estava me sentindo muito bem. Mas pelo menos eu devia desculpas a Liam.
- Liam... – disse baixo e ele virou seu olhar para mim. – Me desculpa por ter estragado sua noite. Quer dizer, eu te tirei de uma festa em que você devia estar se divertindo. Eu fui um pouco egoísta.
- Não precisa se desculpar. Eu já estava cansado mesmo de ficar lá. – ele riu. – Não ia aguentar mais passar horas lá. E a propósito, eu não me importo nem um pouco de te trazer ao hotel. É para isso que os amigos servem, não é? – ele sorriu.
- É, acho que sim. – sorri para ele e me encolhi no banco de trás do taxi. Amigos... Essa palavra me rondava. Às vezes eu desejava ser mais que isso, mas alguma coisa me impedia. Não sei o quê, mas me impedia.
- Chegamos. – o taxista parou em frete ao hotel e se virou para nós. Dei 20 doláres antes que Liam pudesse dar e saímos do taxi.
- Obrigado Liam. – disse assim que saímos do carro e parei em frente ao hotel o encarando. Um trovão forte fez um barulho alto e ele deu um pulo de susto. Ri de sua reação.
- Você me deve uma depois. – ele disse brincando.
- Sim, eu devo. – sorri e me aproximei dele. Fiquei na ponta dos pés para alcançar seu rosto enquanto ele me olhava assustado. Fechei os olhos e colei meu lábio no seu, começando um beijo lento. Suas mãos que estavam jogadas se moveram para minha cintura e nós aprofundamos mais o beijo. Em segundos uma tempestade forte começou, nos deixando quase ensopados. Me afastei um pouco dele e o olhei. – Você não acha que a gente deve entrar? – perguntei rindo e apontei para o céu, onde caía água aos montes.
- Eu não me importo com a chuva. – ele deu de ombros, sorriu e voltou a me beijar. O beijo aprofundava mais a cada segundo e então ele botou suas mãos em minha coxa me puxando para o seu colo. Ele me carregou com toda facilidade e nós nos beijávamos como dois bobos no meio da chuva em frete ao hotel.
   Eu não sei como aquilo foi acontecer, eu não sabia que iria fazer aquilo. Mas eu apenas... fiz. Eu senti vontade e não pensei em mais nada, apenas me aproximei e o beijei. E eu não me sentia arrependida, fazer aquilo foi a minha melhor ideia do dia. Eu não me importava com mais nada, muito menos com a tempestade que caía. Aquele momento era simplesmente perfeito.
’s POV
   Já eram 05h30min e depois de ficarmos meia hora procurando por Liam e , Zayn finalmente se lembrou que eles tinham ido embora mais cedo. Ele acabou ficando tão bêbado que nem se lembrava de quase nada. E não foi só ele, Nathan também estava cheio de álcool em suas veias.
- Então, vamos? – Niall disse cansado enquanto me abraçava de lado. As coisas na festa até que tinham ido bem, Niall não mostrou nenhum ciúme de Nathan e nós ficamos juntos normalmente.
- Vamos! Quem vai dirigir? Já que Nathan está todo bêbado... – disse e apontou para Nathan que estava rindo sem parar e mal ficava em pé.
- Pode deixar, eu dirijo. – Louis disse e foi em direção a porta da casa. Nós seguimos eles.
- Niall, ajuda a levar o Zayn e eu levo o Nathan. Eles vão cair no chão desse jeito. – disse e ri pelo nariz.
   Passei as mãos de Nathan pelo meu pescoço e o levei abraçado em mim. Ele me olhou e sorriu maliciosamente, parece que a bebida tinha afetado seu cérebro. Revirei os olhos e continuei andando. Entramos no carro, Louis e Nathan foram na frente e o resto atrás um no colo do outro. Nove pessoas no mesmo carro, só espero que a polícia não nos pare...
- Ei Niall, chega mais pro lado! Quero me ajeitar aqui. – disse se movendo no colo de quando estávamos a caminho do hotel.
- , para quieta um pouco. Daqui a pouco nós já chegamos no hotel. – reclamou impaciente.
- Isso está muito apertado, não entendo porque não pegamos taxi. – Harry disse tentando arranjar uma posição no colo de Zayn. Ele jogava os seus braços para a frente do carro o tempo todo, o que atrapalhava Louis.
- Harry, fica quieto ai atrás. Essas suas mãos gigantes estão me atrapalhando. – Louis se virou para trás por um segundo para repreender Harry.
- Louis, olha um carro. Acho melhor você frear. – Nathan disse todo bobo rindo. Ele mal conseguia raciocinar direito. Mas sobre o carro ele estava certo, olhei para frente e quando íamos passar num cruzamento, um carro vinha com toda a velocidade. Louis se virou rapidamente e tentou frear o mais rápido possível. Me agarrei em Niall já sabendo o que estava prestes a acontecer. Não dava para evitar, os carros já estavam tão próximos e milésimos de segundos depois... tudo ficou preto.
Liam’s POV
Senti alguns reflexos solares sobre mim e abri os olhos lentamente. Já estava de manhã, mas parecia muito cedo, umas 7 talvez. Logo senti um peso sobre meu colo e olhei para baixo. estava dormindo encostada em meu peito. Droga, como isso aconteceu?! Nós só subimos para conversar e... bom, outras coisas. E acabamos adormecendo. Mas não havia mais ninguém no quarto, e se eles não tinham chegado da festa deviam estar chegando. Cutuquei devagar tentando acordá-la, não queria fazer isso, por mim eu a via dormindo o dia inteiro.
- , acorda! – falei baixo em seu ouvido. Ela logo abriu os olhos com dificuldade e quando me viu deu um pulo da cama.
- Espera, nós dormimos aqui? Que horas são? Cadê todo mundo? – ela perguntou desesperada com voz de sono.
- Parece que nós adormecemos aqui... Vi agora e são 7 e 10. Ainda está cedo, e ninguém chegou. Devem estar chegando, então acho melhor você ir para o seu quarto.
- Eu sei, antes que eles cheguem. – ela concordou esfregando os olhos e se levantou. Pegou sua bolsa e se virou para mim. Abriu um pequeno sorriso e se aproximou.
- Até de manhã você fica linda... – sorri para ela e a dei um selinho. Antes que pudesse beijá-la, meu celular tocou. Bufei e olhei para o visor, era de um número que eu não conhecia. Atendi.
- Alô?
- Bom dia, aqui é do hospital Saint Luck de New York. Estou falando com Liam Payne, certo? Amigo de Louis? – uma voz feminina que eu não reconhecia falou. E hospital? Louis? Como assim?
- Sim, aconteceu alguma coisa? – perguntei preocupado. Nessas horas a gente só consegue pensar o pior.
- Eu tenho um recado de Louis Tomlinson para você vir ao hospital Saint Luck. É uma emergência.
- Claro, já estou indo! – falei apressado. – Mas é grave? – perguntei, sendo que ela já tinha desligado.
   Peguei meu casaco em cima da poltrona e peguei pela mão. Ela me olhava confusa, esperando eu explicar alguma coisa.
- Liam, o que houve? Para aonde nós vamos?
- Hospital. Uma mulher falou que tem um recado de Louis para nós irmos imediatamente para lá. Mas eu não sei o que aconteceu, ela não falou. – disse enquanto abria a porta.
- HOSPITAL?! O quê? Ai meu Deus! Vamos logo! – gritou preocupada. Saímos do quarto e pegamos o elevador. Chegando lá em baixo, pedimos um taxi no meio da rua e logo conseguimos um. É incrível a facilidade para pegar um taxi em New York, mesmo às 7 da manhã.
   Fomos todo o caminho até o hospital em silêncio, afinal nós dois estávamos preocupados, chocados e se perguntando o que tinha acontecido. Cerca de 15 minutos depois, chegamos lá. Abri a porta do carro para , paguei o percurso e sai avoado.
- Oi, eu recebi uma ligação falando que meus amigos estavam aqui! Por favor, eu preciso saber o que está acontecendo. O nome de um deles é Louis Tomlinson. – disse tropeçando nas palavras. Aquele nervosismo e ansiedade de saber o que estava acontecendo estavam me matando.
- Tudo bem, se acalme. Eu vou falar com o médico. – a recepcionista falou calmamente e se retirou. Me virei e sentei ao lado de . Ela estava até pálida, afinal tinha acontecido algo com sua irmã caçula.
- Liam e ? – um médico entrou na recepção e logo nos levantamos. – Bom, os seus amigos estavam voltando de uma festa e acabaram sofrendo um acidente de carro. Mas não se preocupem, eles vão ficar bem. O único em condições de falar com você é Louis, ele já está vindo aqui.
- Tudo bem, vamos esperar por ele. Obrigada. – Sorri e me virei para . Fiquei andando de um lado para o outro com a mão na cabeça.
- Pelo menos eles estão bem, não sabia o que ia fazer se algo acontecesse. – abriu um pequeno sorriso.
- Sim, graças a Deus. – retribui o sorriso.
- Gente! Finalmente, vocês estão bem? – Louis apareceu subitamente e me deu um abraço. Logo abraçou também.
- Se a gente está bem? Está maluco? Vocês que sofreram um acidente! O que aconteceu? Cadê o resto do pessoal?  - disse quase gritando pra cima de Louis.
- A gente estava voltando da festa bem tarde com Zayn e Nathan bêbados e nove pessoas no mesmo carro, acho que isso não foi uma boa ideia... Enfim, estava uma confusão até que eu me distraí com o Harry e acabei não vendo um carro parado num cruzamento, Nathan me avisou mas não deu para frear a tempo. O carro está bem danificado mas ninguém se feriu tão gravemente. Eu apenas tive machucados leves como esse braço fraturado mas quem se machucou mais foi Harry, ele quebrou uma perna e distendeu um músculo. Mas podia ter acontecido coisa pior, ele estava sem cinto e quase jogado na parte da frente.
- Ai meu Deus... – passou a mão na testa. – E a ? Ela está bem?
- Sim, só se ralou e teve alguns ferimentos. Ela está dormindo agora, logo logo todos recebem alta e vocês vão vê-los. – Louis sorriu e se sentou. – Ai, que cansaço... Ainda não dormi.
- Descansa um pouco ai, ainda temos que esperar por eles. – afirmei e me sentei nos bancos da sala.
’s POV
*sonho*
   Abri os olhos e me deparei com um quarto estranho que parecia de um hospital, mas na verdade não era. Havia um espaço gigante, tudo era pintado de branco e havia uma cama, uma mesa de cabeceira e uma TV. Aquele lugar estava me dando arrepios, era tudo sem vida e vazio. Tirei o cobertor de cima de mim e movi uma perna, logo movi a outra e quando estava prestes a pisar no chão, tudo começou a sumir e eu me vi em um espaço cinza. Parecia um buraco negro, que estava tirando tudo de mim. Inclusive a minha felicidade.
- , filha! Você está ai?
- Pai? – gritei confusa ao escutar a voz do meu pai.
- Filha, é você? Filha? – ele disse e logo apareceu desesperado no meio do nada.
- Pai, como eu precisava te ver! – sorri e corri para abraça-lo.
- Eu preciso que você me prometa uma coisa. – ele se separou e olhou em meus olhos.
- O quê?
- Promete que se alguma coisa acontecer comigo você vai ser forte e ajudar a sua família? Promete que não vai deixar nada nem ninguém te atingir? – ele me fitava nos olhos e parecia estar falando sério, sério até demais.
- Eu... Eu prometo. Mas o que isso quer dizer? – perguntei e ele olhou para baixo e logo desapareceu, assim como todo aquele “buraco negro”. Me vi naquele quarto torturante de novo.
   Olhei em volta sem saber o que fazer e me deitei no chão. Comecei a chorar. Me sentia como se tivessem tirado tudo de mim, como se não tivesse mais porquê de eu sorrir.
*fim do sonho*
   Meus olhos se abriram rapidamente e dei de cara com Harry sentado ao meu lado. Eu estava em um quarto de hospital, mas diferente do meu sonho. Esse era um quarto normal de hospital, e eu não estava sozinha. O que tinha acontecido? Eu só conseguia me lembrar de estarmos no carro voltando da festa quando Louis freou muito rápido e depois não me lembro de mais nada.
- Harry! O que houve? O que estou fazendo nesse hospital? – disse rápido e me levantei da cama. – E por que você está numa cadeira de rodas e machucado?
- Calma, senta um pouco. – ele me segurou no braço e “me empurrou” para a cama. – Você não se lembra de nada?
- Só que estávamos no carro e o Louis tentou frear por causa de um carro e depois não me vem mais nada na cabeça. Foi muito feia a batida? Estão todos bem?
- Foi mais ou menos, mas todos estão bem. Só estávamos esperando você acordar, e eu fui o que se feriu mais. – ele disse e apontou para a perna engessada. – Mas você está bem? Enquanto você estava sonhando, umas lágrimas caíram do seu rosto...
- Ah... Sim, só foi um sonho ruim. Com o meu pai. Mas vamos esquecer isso, eu quero ir embora desse lugar. – sorri.
- Suas roupas estão naquela poltrona. Estou te esperando lá fora. Tchau. – ele acenou e virou com a cadeira de rodas para ir embora.
   Ele saiu do quarto e eu me levantei para me vestir. Olhei no espelho do lado da cama e reparei que estava com uns arranhões no rosto e meu braço estava um pouco ralado.
   Mas isso nem me importava mais, eu só conseguia pensar no meu sonho. O que ele quis dizer? Será que o meu pai está bem ou vai ficar? Eu o amo tanto, não posso deixar que nada aconteça com ele.
 NOTAS DA AUTORA:  Cá estou eu, me desculpando muito com vocês por essa demora absurda pra postar. Isso foi meio que um hiatus da fic, até porque não é fácil escrever capítulos de 7 páginas 2 vezes por semana tendo outras coisas pra fazer né hahaha mas enfim, eu sei que eu demorei pra postar mas agora ele tá aqui, e eu preparei esse capítulo com muito amor e espero realmente que vocês gostem!
Enfim, agora falando desse novo capítulo, gostaram? Espero que sim \o/. E se tiverem algum comentário para fazer, sobre o que achou ou se tiver algum erro na scriptagem, é só falar comigo no @1DOurAngels (falar com a carol ok?). Ah, e não se esqueçam de deixar comentário aqui no post. Beijos, até o próximo capítulo! E desculpa mais uma vez hahah.

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Bem-vindos a fic "Someone Can Change Your Life..."


   Vocês devem estar se perguntando porque a fic agora é num blog. Bom, eu fiz isso para deixá-la mais organizada. Em vez de você ter que descer toda a página para procurar o capítulo em que parou, é só clicar no capítulo ali no menu. E também vai ficar melhor para mim na hora de scriptar. E é isso, eu espero que vocês gostem daqui e que tenham gostado da ideia. Boa leitura!
Capítulo 14 - Girl I see it in y
Capítulo 14 - Girl I see it in your eyes you're disappointed...
’s POV
   A luz que saía da cortina que foi deixada aberta noite passada invadia o quarto, me fazendo acordar. Abri meus olhos lentamente e quando olhei para a cama do lado não tinha ninguém lá. Logo notei que e não estavam na mesma cama que eu. E eu era a única naquele quarto.
- Ótimo... – sussurrei enquanto me levantava ao perceber que elas me abandonaram no quarto. Naquele momento torcia para pelo menos elas estarem tomando café.
   Ouvi 2 toques rápidos na porta e me virei para ela. A seguir pude ouvir uma voz por trás da porta, uma voz que eu reconhecia.
- Tem alguém ai?
- Harry? É você? – perguntei confusa ao perceber que aquela voz era a de Harry.
- Sim, abre ai . – meu coração disparou ao ter certeza de que era ele. Me levantei rapidamente e quando estava perto da porta, hesitei por um instante. Ele me veria assim? Eu tinha acabado de acordar, meu cabelo estava bagunçado, estava de pijama e a minha cara não devia ser uma das mais agradáveis. Mas dei de ombros e girei a maçaneta. – Bom dia, ou tarde. Você sabe aonde o pessoal está?
- Não, acabei de acordar e as meninas sumiram. Provavelmente estão tomando café. – disse baixo e me sentei na cama.
- Não estão, já fui lá em baixo. – Harry afirmou e eu fiz uma cara confusa. – Parece que eles nos abandonaram aqui. Sem contar o fato de que ninguém atende o telefone... – ele se sentou na ponta da cama e olhou para mim.
- Puxa, que legal... Bom, que horas são?
- Meio dia. Parece que exageramos um pouco dormindo. – ele sorriu de leve. – mas o que você acha então de tirarmos o dia só para a gente? Já que eles nos esqueceram, talvez nós pudéssemos sair juntos. Como um verdadeiro encontro. O que acha?
- Parece uma boa ideia. – sorri para ele. – mas antes tenho que me trocar, estou horrível. – disse rápido e me levantei. Ao passar a seu lado, ele me puxou pelo pulso.
- Você não está horrível, e sim linda. – ele abriu um lindo sorriso e me puxou para mais perto. – Vem cá. – me aproximei e dei vários selinhos nele, provocando-o. Logo ele me puxou com mais força e dessa vez nos beijamos, nos beijamos intensamente.
- Tudo bem, agora deixa eu me trocar. – sorria feito uma boba e fui em direção ao meu armário. Peguei uma roupa qualquer e fui ao banheiro.
   Tomei um banho bem rápido e me vesti correndo, afinal Harry estava me esperando. Passei uma leve maquiagem e sai de lá. Avisei para irmos e então saímos de lá.
- Aonde nós vamos? – perguntei enquanto esperava o elevador.
- Hm, se eu te contasse não teria graça. Vai ser surpresa. – ele sorriu e eu revirei os olhos.
   Descemos e nos dirigimos a frente do hotel. Pegamos um taxi e Harry me fez ficar do lado de fora enquanto ele explicava ao taxista para aonde iríamos. Apesar de isso estar me irritando, eu aceitei esperar. Logo entramos no carro e fomos em direção ao tal “misterioso lugar”. Depois de cerca de 15 minutos, o taxi parou. Harry saiu primeiro e abriu a porta para mim. Quando me virei para ver aonde estávamos, vi que era um restaurante bem arrumado, daqueles que precisava fazer reserva para poder entrar. E aí minha dúvida veio: como Harry vai conseguir uma mesa para a gente ali?
- Vem, vamos entrar. – Harry apareceu do meu lado e pegou na minha mão.
   Nós entramos e um senhor de terno nos guiou até uma mesa. Por um momento me perguntei se eu estava arrumada o suficiente para aquele lugar. Talvez sim, talvez não. Isso não importava, o que importava naquele momento era Harry que segurava minhas mãos até chegarmos a mesa. Nos sentamos e então o senhor nos deu o cardápio.
- Harry, posso te perguntar uma coisa?
- Claro, o que foi?
- Esse restaurante parece do tipo que tem que fazer reserva. Como você conseguiu uma mesa assim tão rápido? – perguntei o encarando. Ele sorriu de leve.
- Se eu te contar uma coisa você promete que não vai me matar?
- Não sei. Conta primeiro. – sorri sem os dentes e arqueei as sobrancelhas.
- Tudo bem... É o seguinte, eu disse que o pessoal foi embora sem a gente e não atendiam o telefone, certo? – assenti com a cabeça. – Eu meio que menti. Na verdade, eu combinei ontem com eles de irem embora sem a gente porque eu queria te trazer para cá. Eu fiz a reserva ontem a noite. – ele disse e logo sorriu mordendo os lábios.
- Harry! Não acredito que você mentiu para mim, seu idiota. – disse rindo. – Mas foi fofo, então eu o perdoo.
- Eu sou muito romântico, não negue. Estar comigo foi a melhor escolha que você tomou. – ele afirmou e sorriu. Ele estava falando a verdade, com certeza foi a minha melhor escolha.
- Há-há, seu convencido. – disse e ele riu. Logo depois o garçom apareceu na mesa e fizemos nossos pedidos.
   O nosso almoço durou 2 horas no mínimo. Nós ficamos conversando sem parar,  e rindo também. Ele me deixava tão bem, tão feliz. Ele me fazia esquecer do resto do mundo, e isso era maravilhoso. Harry era maravilhoso. Passar o tempo com ele era a melhor coisa do mundo, não havia coisa melhor.
- A gente vai fazer alguma coisa agora? – perguntei enquanto saíamos do restaurante.
- Não sei... Você quer fazer o que? – e antes que eu pudesse responder, seu telefone tocou. – Oi Lou. – e depois só ouvi ele perguntando coisas como “que horas?”, “aonde?” e no final um “tudo bem, nós vamos.”
- O que ele queria?
- O Nathan, amigo da , disse que tem uma festa hoje a noite e ele nos convidou. Vai ser na casa de um amigo dele. Tudo bem por você nós irmos?
- Claro. Que horas é? Porque já são 4 horas.
- É as 9, temos 5 horas. Quer ir para o hotel? Acho que eles já estão indo para lá.
- Pode ser. – sorri e então chamamos um taxi que passou na rua. Entramos e fomos em direção ao hotel.
Louis’ POV
- Zayn! Anda logo! Sai desse banheiro, já são 8 e meia. – Liam gritou para Zayn que estava no banheiro a uma hora. Eu não sei como ele demora tanto para se arrumar.
- Pronto, satisfeitos? – Zayn disse abrindo a porta.
- Sim, muito obrigado. – eu sorri irônico e fui ao banheiro.
- Estava se arrumando para a , não é? – Harry sorriu malicioso para ele enquanto calçava um tênis.
- Pelo amor de Deus Harry. – Zayn revirou os olhos e se olhou no espelho do quarto.
- Ok, agora da para a gente ir logo? O Nathan vai estar aqui em 10 minutos, temos que descer. –Niall disse abrindo a porta.
- Estamos indo senhor Horan. – Liam disse e nós saímos do quarto e fomos em direção ao elevador. Parei no quarto das meninas e bati na porta.
 – Meninas, estamos descendo. Estão prontas?
- Vamos descer daqui a pouquinho! – a voz de saiu de dentro do quarto.
   Descemos o elevador e nos sentamos em um sofá no saguão. Depois de alguns minutos, Nathan apareceu lá para nos levar a festa e as meninas nem tinham descido ainda.
- Oi gente. Cadê as meninas?
- Devem estar descendo. – respondi olhando para o relógio que marcavam 8 e 45.
   Não demorou nem 10 segundos para elas aparecem ali. Todas ( , , , e ) estavam lindas e arrumadas, mas a única que eu ligava ali era . E agora que nós estávamos “juntos”, eu não me importava de pensar assim. Eu não me importava de chamá-la de minha, mesmo que ela não fosse oficialmente minha. E eu não me importava de assumir que gostava dela. Ou talvez me importasse, mas não sei se é questão de se importar, mas sim de vergonha de assumir meus sentimentos por ela. Acho que porque eu nunca havia gostado de alguém de verdade, estava meio confuso. Estava confuso sobre meus sentimentos. Mesmo eu tendo certeza de que gostava dela.
- Uau. – Nathan suspirou. – Vocês estão lindas.
- E nós temos que ir logo se não vamos nos atrasar. – Niall disse rapidamente e pegou na mão de , com ciúmes. Dava para ver em seu olhar sua raiva de Nathan, era engraçado.
   Nós saímos do hotel e decidimos que 5 iam no carro de Nathan e os outros 5 iriam em um taxi logo atrás deles. Com Nathan iriam , Niall, , Harry e Liam. No taxi iria eu, , , Zayn e . Entrei no taxi e se sentou logo ao meu lado. Ela me olhou e sorriu fraco. Quando já estávamos indo em direção a festa, botei minha mão sobre a dela. Ela ficou assustada quando sentiu meu toque ao dela mas logo relaxou e abriu um largo sorriso para mim. Ela parecia feliz, feliz como nunca. Eu nunca tinha a visto assim, ela estava sem dúvidas diferente. E para melhor.
- Chegamos. São 10 doláres. – o taxista falou enquanto paramos em frente a casa onde era a festa. Dei o dinheiro para ele e saímos todos do carro. O resto das pessoas esperavam em frente a enorme casa junto de Nathan.
- Nossa, aqui é incrível. – disse quando nos aproximamos de lá. Realmente era muito bonito, era uma mansão moderna em um condomínio fechado. Tinha um portão gigante aberto na entrada e um grande gramado com várias flores e plantas espalhadas. Depois do extenso gramado, vinha a casa totalmente grande, onde estava tendo a festa. Ela era branca e tinha várias janelas e varandas de dimensões diferentes.
- É mesmo. O dono disso deve ser milionário. – comentou alucinada com a casa.
- Vamos entrar. – Nathan disse quando nós chegamos perto deles. Concordamos e entramos lá dentro. O som estava altíssimo e eu podia ver como estava cheio lá dentro da casa.
- Quem é o dono dessa festa? – Harry perguntou.
- Um amigo meu. Ele veio passar o feriado aqui como tem essa casa. Ele já estudou na escola de vocês, e se não me engano voltou ou vai voltar a estudar lá.
   Andamos até a casa conversando. Lá estava iluminado apenas com luzes para festas, de cores e ângulos diferentes e que piscavam sem parar. A música estava bem alta e tinha garçons servindo aperitivos e bebidas por todos os cantos.
- Eu vou dançar. – disse. – Quem quer ir comigo?
- Eu! – , , Harry, Zayn e Liam falaram juntos.
- Eu vou cumprimentar o pessoal, já volto. – Nathan disse e se retirou. Logo Niall puxou para algum lugar e eu fiquei sozinho com .
- Não gosta de dançar não? – perguntei para ela enquanto me encostava em uma mesa cheia de doce.
- Gosto, mas acabei de chegar. Não quero ir agora. E você?
- O mesmo. – olhei para ela rapidamente mas logo desviei o olhar. – Ei, vamos sentar ali. – disse apontando para um canto com um sofá bem grande.
- Tudo bem. – ela disse e fomos em direção ao sofá. Sentamos um do lado do outro e ficamos em um irritante silêncio.
   Envolvi meu braço por seu ombro e logo em seguida me aproximei para beijá-la. Nós não nos beijávamos desde ontem, pois hoje não tivemos um momento sozinhos infelizmente. Selei nossos lábios e ela deu passagem para aprofundar o beijo. Eu a beijava de um jeito diferente dessa vez, a beijava com desejo, vontade. Eu queria tanto ter ela para mim. E eu faria de tudo para mostrar isso. Tudo.
Zayn’s POV
- Vou pegar alguma coisa para beber, já volto. – eu disse e sai da “roda” em que estava com meus amigos conversando. A festa estava sendo ótima até agora.
   Me dirigi até uma mesa que tinha refrigerante e peguei um. Sai pela porta de vidro que tinha no fundo dava para pegar um ar. Atrás da casa ficava a churrasqueira, uma piscina imensa e uma parte com sofás e TV. Andei um pouco por ali e vi uma menina conhecida sentada num sofá sozinha. Ela se parecia com... Espera, o que estava fazendo aqui?
- Ei, ! O que você está fazendo aqui? – disse sorrindo e me sentei ao seu lado.
- Zayn! Oi! Nossa, que coincidência. Eu conheço o dono da festa e ele me convidou. – ela sorria também.
- Mas por que você está aí sozinha? Cadê sua amiga? – perguntei confuso.
- Ela veio comigo mas está com um garoto agora... – ela fez uma cara de desapontada. – Ai fiquei sozinha aqui... Não conheço ninguém.
- Não precisa ficar sozinha. Eu estou com todo mundo aqui. Você pode ficar com a gente.
- Ah... Não sei se é uma boa ideia ficar perto de . – ela fez uma careta que dizia “isso não daria certo”. Eu ri em resposta. – Aliás, eu prefiro ficar sozinha com você.
   Logo depois, ela avançou para cima de mim e me beijou. Eu fiquei sem reação, não queria beijá-la. Ela não era quem eu queria. A beijei por menos de 2 segundos e me afastei. Ela me olhava timidamente e eu não sabia o que falar. Como falar. Me virei para o lado em um ato sem pensar e vi em pé um pouco distante do sofá. Ela mantinha uma expressão triste no rosto. Droga. Por que logo ela tinha que ter visto aquela cena? Ela virou o olhar quando viu que eu a avistei e foi embora de lá às pressas.
- Já volto. – disse sem ao menos olhar para e corri atrás de que foi em direção ao gramado do lado da casa.
Andei mais um pouco e vi ela encostada na quina da casa. Ela olhava para baixo e seu cabelo tampava seu rosto. Aproximei-me dela e toquei em seu ombro. Ela se virou assustada e estava com uma cara triste, mas não chorava. Logo que me viu, tentou abrir o sorriso mais forçado que eu já vi.
- Ah, oi Zayn. – ela continuava “sorrindo”.
- Oi ... Olha, o que você viu não era nada demais. Eu juro. Foi ela que me agarrou.
- Zayn, você não me deve explicações nenhuma. Nós não temos nada. Somos apenas amigos, e se você quiser ficar com , ninguém está te impedindo. Vá em frente pelo o que quer. – ela sorriu falsamente e virou as costas sem ao menos me deixar falar algo. Eu queria a puxar pelo braço e a beijar, assim como nos filmes, mas não conseguia. Ao invés disso, eu fiquei a observando se distanciar e entrar na casa. Como eu era estúpido...
’s POV
   Tinha acabado de sair do banheiro e fui em direção a mesa de bebidas pegar alguma coisa como eu estava morrendo de sede depois de ter dançado e conversado por horas com meus amigos. Estava distraída escolhendo algo para pegar quando senti uma mão cobrir meus olhos.
- Adivinha quem é? – uma voz que eu conhecia perguntou animada atrás de mim. Tudo que eu queria era que fosse Liam, mas não era. E eu tinha certeza de quem era. Tirei as mãos do meu rosto e me virei. Para minha tristeza, minha certeza só ficou mais certa ainda.
- Ethan?! – exclamei confusa. O que ele, logo ele, estava fazendo ali?
NOTAS DA AUTORA: Bom, vocês devem estar se perguntando porque a fic mudou de lugar... É que assim, eu resolvi criar esse blog para ficar tudo mais organizado. Naquela página ficava um capítulo em baixo do outro e cada vez que a fic ficava com mais capítulos, ficava mais chato ter que abaixar pra achar aonde parou e pra mim na hora de scriptar complicava um pouco também. Agora todos os capítulos vão estar ali no menu, mais fácil né? O blog ainda tá feio e sem graça, mas logo que der eu vou ajeitar tudinho e fazer ele ficar mais bonito (se alguém souber fazer desings bonitos e tal, eu aceito ajuda hahaha pq se não vai ficar uma coisa simples mesmo, como eu não entendo muito sobre isso).
   Enfim, agora falando desse novo capítulo, gostaram? Espero que sim \o/. E se tiverem algum comentário para fazer, sobre o que achou ou se tiver algum erro na scriptagem, é só falar comigo no @1DOurAngels (falar com a carol ok?). Beijos, até o próximo capítulo!